O que são círculos de Biblioterapia?

05 agosto Ateliê da Biblioterapia 0 Comentários





No vídeo de hoje, vamos conversar sobre os Círculos de Biblioterapia. Confira o vídeo!!!

O Ateliê da Biblioterapia é um espaço onde as pessoas podem experimentar, criar e recriar a arte da leitura terapêutica para o desenvolvimento pessoal e o restabelecimento da saúde física, mental, emocional e espiritual.



Acompanhe as novidades do Ateliê da Biblioterapia:
- Site: https://www.ateliedabiblioterapia.com/
- Cursos de Biblioterapia: https://www.ateliedabiblioterapia.com/p/cursos.html
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Um fraterno abraço e até mais! 
Ana Cláudia Leite

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Citações e curiosidades - Julho/2020

01 agosto Ateliê da Biblioterapia 0 Comentários















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De onde vem os aromas dos livros?

29 julho Ateliê da Biblioterapia 0 Comentários





No vídeo de hoje, vamos desvendar de onde vem os cheiros de livros novos e velhos! Ficou interessando? Então assista o vídeo.



O Ateliê da Biblioterapia é um espaço onde as pessoas podem experimentar, criar e recriar a arte da leitura terapêutica para o desenvolvimento pessoal e o restabelecimento da saúde física, mental, emocional e espiritual.

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Sessão de Biblioterapia: "Se" de Bráulio Bessa

22 julho Ateliê da Biblioterapia 0 Comentários





Se


Bráulio Bessa

E se ninguém me der força
E se ninguém confiar
E se eu for invisível
E se ninguém me enxergar
E se eu perder a fé
Se eu não ficar de pé
Se eu voltar a cair
Se a lágrima escorrer
Se, por medo de sofrer
eu pensar em desistir.

E se quando eu cair
ninguém me estender a mão.
E se quando eu me perder,
sem rumo, sem direção,
Se eu não achar o caminho
Se eu estiver sozinho
no labirinto da vida.
E se tudo for escuro
Se eu não vir um futuro
na estrada a ser seguida.

E se esse tal futuro
for pior do que o presente
E se for melhor parar
do que caminhar pra frente
E se o amor for dor
E se todo sonhador
não passar de um pobre louco
E se eu desanimar,
Se eu parar de sonhar
queda a queda, pouco a pouco.

E se quem eu mais confio
me ferir, me magoar
E se a ferida for grande
E se não cicatrizar
Se na hora da batalha
minha coragem for falha
Se faltar sabedoria
Se a derrota chegar
E se ninguém me abraçar
na hora da agonia.

E se for tarde demais
E se o tempo passar
E se o relógio da vida
do nada se adiantar
E se eu avistar o fim
chegando perto de mim,
impiedoso e veloz,
sem poder retroceder,
me fazendo perceber
que o SE foi meu algoz.

E se eu pudesse voltar…
Se o SE fosse diferente
Se eu dissesse pra mim mesmo:
Se renove, siga em frente.
Se arrisque, se prepare
E se cair jamais pare
Se levante, se refaça,
Se entenda, se reconheça
E, se chorar, agradeça
cada vez que achou graça.

Se desfaça da preguiça,
do medo, da covardia
Se encante pela chance
de viver um novo dia
Se ame e seja amor
Se apaixone, por favor,
Se queira e queira bem,
Se pegue, se desapegue
Se agite, desassossegue
E se acalme também.

Se olhe, se valorize
E se permita errar
Se dê de presente a chance
de pelo menos tentar
Se o SE for bem usado,
o impossível sonhado
pode se realizar.


BESSA, Bráulio. Poesia que transforma. Rio de Janeiro: Sextante, 2018.




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Sessão de Biblioterapia: "Do lado esquerdo do peito" de Bráulio Bessa

15 julho Ateliê da Biblioterapia 0 Comentários





Do lado esquerdo do peito


Bráulio Bessa

Do lado esquerdo do peito
A gente guarda amor
Os colegas de escola
O nome de um professor
Um beijo lá na pracinha
A pipa presa na linha
Um gol na prorrogação
Uma rede na varanda
Uma roda de ciranda
E a lambida de um cão.

Do lado esquerdo do peito
A gente guarda amizade
A gente guarda uma rua
Um país, uma cidade
Um toque, um cheiro, um sabor
Os sonhos de um sonhador
A esperança, a fé
Uma carta inesperada
Um passeio na calçada
Pão de queijo com café.

Do lado esquerdo do peito
A gente guarda saudade
Que é a lembrança de tudo
Que faz falta de verdade
A gente guarda um conselho
Guarda um vestido vermelho
Guarda o som de uma risada
O toque de uma canção
Os pés descalços no chão
A partida e a chegada.

Do lado esquerdo do peito
A gente guarda paixão
Guarda o primeiro salário
Guarda um aperto de mão
A gente guarda um retrato
O cheiro que vem do mato
Um desenho do seu filho
Um abraço demorado
Um filme, um seriado
E bolinho de polvilho.

Do lado esquerdo do peito
A gente guarda carinho
A gente guarda as lições
Que aprendemos no caminho
A gente guarda bobagens
A gente guarda viagens
Pessoas que conhecemos
Sensações e sentimentos
A gente guarda momentos
Até os que nem vivemos.

Do lado esquerdo do peito
A gente guarda aconchego
Há quem guarde o agito
E há quem guarde sossego
A família reunida
A comida preferida
A bênção de sua vó
A gente guarda um segredo
Guarda a coragem, o medo
E aquele momento só.

Do lado esquerdo do peito
Dá pra guardar mil amores
Mil saudades, mil lembranças
Mil sorrisos e mil dores
A gente guarda mil sons
A gente guarda Mil tons
De tudo que é sentimento
Cada verso aqui foi feito
Pro lado esquerdo do peito
Guardar Milton Nascimento.


BESSA, Bráulio. Poesia que transforma. Rio de Janeiro: Sextante, 2018.



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Sessão de Biblioterapia: "Recomece" de Bráulio Bessa

08 julho Ateliê da Biblioterapia 0 Comentários





Recomece

Bráulio Bessa

Quando a vida bater forte
e sua alma sangrar,
quando esse mundo pesado
lhe ferir, lhe esmagar...
É hora do recomeço.
Recomece a LUTAR.

Quando tudo for escuro
e nada iluminar,
quando tudo for incerto
e você só duvidar...
É hora do recomeço.
Recomece a ACREDITAR.

Quando a estrada for longa
e seu corpo fraquejar,
quando não houver caminho
nem um lugar pra chegar...
É hora do recomeço.
Recomece a CAMINHAR.

Quando o mal for evidente
e o amor se ocultar,
quando o peito for vazio,
quando o abraço faltar...
É hora do recomeço.
Recomece a AMAR.

Quando você cair
e ninguém lhe aparar,
quando a força do que é ruim
conseguir lhe derrubar...
É hora do recomeço.
Recomece a LEVANTAR.

Quando a falta de esperança
decidir lhe açoitar,
se tudo que for real
for difícil suportar...
É hora do recomeço.
Recomece a SONHAR.

Enfim,

É preciso de um final
pra poder recomeçar,
como é preciso cair
pra poder se levantar.
Nem sempre engatar a ré
significa voltar.

Remarque aquele encontro,
reconquiste um amor,
reúna quem lhe quer bem,
reconforte um sofredor,
reanime quem tá triste
e reaprenda na dor.

Recomece, se refaça,
relembre o que foi bom,
reconstrua cada sonho,
redescubra algum dom,
reaprenda quando errar,
rebole quando dançar,
e se um dia, lá na frente,
a vida der uma ré,
recupere sua fé
e RECOMECE novamente.


BESSA, Bráulio. Poesia que transforma. Rio de Janeiro: Sextante, 2018.



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Citações e curiosidades - Junho/2020

02 julho Ateliê da Biblioterapia 0 Comentários










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Como criar um projeto de leitura?

01 julho Ateliê da Biblioterapia 0 Comentários




Tem vontade de criar um projeto de Biblioterapia e não sabe por onde começar? Então, esse vídeo é para você!!!

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Livros para acreditar no amor

25 junho Ateliê da Biblioterapia 0 Comentários


O amor está no ar... ou melhor, nas leituras a seguir!!!

"A Moreninha", de Joaquim Manuel de Macedo


Sinopse da Editora FTD:

A Moreninha é considerado o marco inicial do romance brasileiro; até então, a literatura de qualidade era basicamente poesia. Publicado em 1844, o romance fez grande sucesso, dando notoriedade a Joaquim Manuel de Macedo, que também foi poeta, dramaturgo e historiógrafo. Ele foi um dos iniciadores do Romantismo na prosa de ficção. Empenhados no mesmo projeto nacionalista da poesia romântica, os romances desse período tinham como temas histórias de amor, a vida na Corte, os ambientes típicos regionais, o escravo, o índio, a natureza tropical.

No livro de Macedo, o estudante Augusto, conhecido por sua inconstância amorosa, acompanha o amigo Filipe à casa de sua avó para comemorar um feriado. Lá, conhece Carolina, irmã de Filipe a quem, carinhosamente, chamam de Moreninha. A partir desse encontro e devido à personalidade esfuziante de Carolina, Augusto começa a mudar.


Referência:

MACEDO, Joaquim Manuel de. A moreninha. São Paulo: FTD, 2010.




"Amor em tempos de cólera", de Gabriel García Márquez


Sinopse da Editora Record:

Ainda muito jovem, o telegrafista, violinista e poeta Gabriel Elígio Garciá se apaixonou por Luiza Márquez, mas o romance enfrentou a oposição do pai da moça, coronel Nicolas, que tentou impedir o casamento enviando a filha ao interior numa viagem de um ano. Para manter seu amor, Gabriel montou, com a ajuda de amigos telegrafistas, uma rede de comunicação que alcançava Luiza onde ela estivesse. Essa é a história real dos pais de Gabriel García Márquez e foi ponto de partida de O amor nos tempos do cólera, que acompanha a paixão do telegrafista, violinista e poeta Florentino Ariza por Fermina Daza.

Referência:

GARCÍA MÁRQUEZ, Gabriel. Amor em tempos de cólera. Rio de Janeiro: Record, 1986.




"P.S. eu te amo", de Cecelia Ahern


Sinopse da editora Novo Conceito:

Gerry e Holly eram namorados de infância e ficariam juntos para sempre, até que o inimaginável acontece e Gerry morre, deixando-a devastada. Conforme seu aniversário de 30 anos se aproxima, Holly descobre um pacote de cartas nas quais Gerry, gentilmente, a guia em sua nova vida sem ele. Com ajuda de seus amigos e de sua família barulhenta e carinhosa, Holly consegue rir, chorar, cantar, dançar e ser mais corajosa do que nunca.


Referência:

AHERN, Cecelia. P.S. eu te amo. Ribeirão Preto: Novo Conceito, 2012.



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Livros para celebrar a amizade

25 junho Ateliê da Biblioterapia 0 Comentários



No dia 20 de julho, comemoramos o Dia do Amigo ou da Amizade, então vamos celebrar essa data tão especial com dicas de leitura sobre amizade. Confira!!!

"Extraordinário", de J. R. Palacio


Sinopse da Editora Intrínseca:

August Pullman, o Auggie, nasceu com uma síndrome genética cuja sequela é uma severa deformidade facial, que lhe impôs diversas cirurgias e complicações médicas. Por isso ele nunca frequentou uma escola de verdade... até agora. Todo mundo sabe que é difícil ser um aluno novo, mais ainda quando se tem um rosto tão diferente. Prestes a começar o quinto ano em um colégio particular de Nova York, Auggie tem uma missão nada fácil pela frente: convencer os colegas de que, apesar da aparência incomum, ele é um menino igual a todos os outros.
Narrado da perspectiva de Auggie e também de seus familiares e amigos, com momentos comoventes e outros descontraídos, Extraordinário consegue captar o impacto que um menino pode causar na vida e no comportamento de todos, família, amigos e comunidade - um impacto forte, comovente e, sem dúvida nenhuma, extraordinariamente positivo, que vai tocar todo tipo de leitor.

Referência:

PALACIO, J. R. Extraordinário. Rio de Janeiro: Intrínseca, 2013.



"Crônicas para jovens: de amor e amizade", de Clarice Lispector


Sinopse da Editora Rocco:

Amor e amizade inspiraram Clarice Lispector dezenas de vezes. Prova disso são as quatro dezenas de textos selecionadas pelo editor Pedro Karp Vasquez para a coletânea Crônicas para jovens: de amor e amizade. Sem prender-se a significados prosaicos, a escritora criou durante anos histórias que remetem a amizades daquelas sem tamanho, a amores para o resto da vida, a relacionamentos baseados na superficialidade e até mesmo ao episódio daquele amor destruído por causa de um bule de bico rachado. Os textos escolhidos apresentam-se impregnados pela forma incomum com que a escritora transporta para o papel seu jeito de ver o mundo e de lidar com o amor e a amizade. Linha após linha, Clarice conduz seus leitores pela “mistura de observações das miudezas do cotidiano com vastos voos do espírito”, como define o editor no prefácio. Leitores de Clarice Lispector não tem idade, mas desta vez a seleção foi pensada para provocar uma experiência inspiradora em jovens leitores, aqueles que “estão começando a descobrir os mistérios e os prazeres do amor e da amizade”. Histórias fictícias intercalam-se com relatos pessoais, nos quais Clarice parece prestar uma homenagem a amigos queridos. As crônicas não se restringem, porém, somente àqueles que encontram-se com Clarice pela primeira vez, mas serve também como um “sopro de renovação e reflexão para os leitores mais maduros”, aqueles que há muito já descobriram que a vida não foi feita para ser vivida automaticamente e que tanto a amizade quanto o amor devem ser experimentados até a última gota – “sem nenhum medo”, como ressalta em determinado momento a escritora.

Referência:

LISPECTOR, Clarice. Crônicas para jovens: de amor e amizade. Rio de Janeiro: Rocco, 2010.


"O menino do pijama listrado", de John Boyne


Sinopse da Editora Seguinte:

Bruno tem nove anos e não sabe nada sobre o Holocausto e a Solução Final contra os judeus. Também não faz ideia que seu país está em guerra com boa parte da Europa, e muito menos que sua família está envolvida no conflito. Na verdade, Bruno sabe apenas que foi obrigado a abandonar a espaçosa casa em que vivia em Berlim e a mudar-se para uma região desolada, onde ele não tem ninguém para brincar nem nada para fazer. Da janela do quarto, Bruno pode ver uma cerca, e para além dela centenas de pessoas de pijama, que sempre o deixam com frio na barriga. Em uma de suas andanças Bruno conhece Shmuel, um garoto do outro lado da cerca que curiosamente nasceu no mesmo dia que ele. Conforme a amizade dos dois se intensifica, Bruno vai aos poucos tentando elucidar o mistério que ronda as atividades de seu pai. O menino do pijama listrado é uma fábula sobre amizade em tempos de guerra, e sobre o que acontece quando a inocência é colocada diante de um monstro terrível e inimaginável.

Referência:

BOYNE, John. O menino do pijama listrado. São Paulo: Seguinte, 2007.




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Qual é a sua mania de leitura?

24 junho Ateliê da Biblioterapia 0 Comentários





O que uma mania de leitura pode revelar sobre você? No vídeo de hoje, vamos desvendar as manias de quem lê!!! Confira!!!

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Citações e curiosidades - Maio/2020

01 junho Ateliê da Biblioterapia 0 Comentários










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Livros para quem gosta de contos

28 maio Ateliê da Biblioterapia 0 Comentários


Vamos aproveitar o mês de maio para ler um livro de contos? Selecionei três livros especialmente para você, confira!!!


"Várias Histórias", de Machado de Assis


Sinopse da editora Martin Claret:

"Machado de Assis, além de ser conhecido pelos excelentes romances, é exímio na criação de contos, esses são verdadeiras portas de entrada para o primoroso mundo narrativo do autor. O conto machadiano é uma arte de pormenores, nele o leitor tem contato com a sutileza na escrita, os traços de ironia, a descrição de personagens ímpares, além de um cenário único do Rio de Janeiro do século XIX. Em Várias histórias, particularmente, estão alguns de seus contos mais famosos, como “A cartomante”; “Uns braços”, “Um apólogo”, entre outros."

Referência:

ASSIS, Machado de. Várias histórias. São Paulo: Martin Claret, 2013.




"Todos os contos", de Clarice Lispector



Sinopse da editora Rocco:

"Dona de uma obra que cruza fronteiras geográficas e de gênero, Clarice Lispector é considerada atualmente uma das mais importantes escritoras do século XX. Nesta coletânea, que reúne pela primeira vez todos os contos da autora num único volume, organizada pelo biógrafo Benjamin Moser, é possível conhecer Clarice por inteiro, desde os primeiros escritos, ainda na adolescência, até as últimas linhas. Essencial para estudantes e pesquisadores, para fãs de Clarice Lispector e iniciantes na obra da escritora, Todos os contos foi lançado nos Estados Unidos em 2015, figurando na lista de livros mais importantes do ano do jornal The New York Times e colecionando importantes prêmios. Agora é a vez de os leitores brasileiros (re)descobrirem por completo esta contista prolífica e singular e seu planeta habitado por bichos, homens e sobretudo mulheres, que se revelam, nas mãos de Clarice, maravilhosos em meio à alegria e ao horror da existência."


Referência:

LISPECTOR, Clarice. Todos os contos. Rio de Janeiro: Rocco, 2016.



"Contos de imaginação e mistério", de Edgar Allan Poe


Sinopse da editora Tordesilhas:

"Em 1919 a editora londrina George G. Harrap & Co. lançou uma antologia de contos de Edgar Allan Poe, que àquela altura já era reconhecido como o pai das histórias de suspense e mistério. A edição, porém, não se limitava a reproduzir as narrativas: luxuosa, ela foi ilustrada pelo irlandês Harry Clarke (1889-1931). É exatamente essa edição que o selo Tordesilhas lança no Brasil, mas com um precioso acréscimo: posfácio de Charles Baudelaire (1821-1867), primeiro tradutor de Poe para o francês e a reconhecer a genialidade do escritor norte-americano."

Referência:

POE, Edgar Allan. Contos de imaginação e mistério. São Paulo: Tordesilhas, 2012.



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Sessão de Biblioterapia: "Fala de mãe e filho" de Mia Couto

27 maio Ateliê da Biblioterapia 0 Comentários





Fala de mãe e filho


Mia Couto

«Meu filho:
onde vais
que tens do rio o caminhar?»

Não espreites a estrada, mãe,
que eu nasci
onde o tempo se despenhou.

«Meu filho:
onde te posso lembrar
se apenas te dei nome para te embalar ?»

Mãe, minha mãe:
não te pese saudade
que eu voltarei sempre
como quem chega do mar.

«Meu filho:
onde te posso nascer
se meu ventre seco
nunca ninguém gerou?»

Mãe, nascerás sempre
na pedra em que te escuto:
a tua ausência, meu luto,
teu corpo para sempre insepulto.


COUTO, Mia. Tradutor de Chuvas. Lisboa: Editorial Caminho, 2011.


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Sessão de Biblioterapia: "Minha mãe" de Vinicius de Moraes

20 maio Ateliê da Biblioterapia 0 Comentários





Minha mãe


Vinicius de Moraes

Minha mãe, minha mãe, eu tenho medo
Tenho medo da vida, minha mãe.
Canta a doce cantiga que cantavas
Quando eu corria doido ao teu regaço
Com medo dos fantasmas do telhado.
Nina o meu sono cheio de inquietude
Batendo de levinho no meu braço
Que estou com muito medo, minha mãe.
Repousa a luz amiga dos teus olhos
Nos meus olhos sem luz e sem repouso
Dize à dor que me espera eternamente
Para ir embora. Expulsa a angústia imensa
Do meu ser que não quer e que não pode
Dá-me um beijo na fronte dolorida
Que ela arde de febre, minha mãe.

Aninha-me em teu colo como outrora
Dize-me bem baixo assim: — Filho, não temas
Dorme em sossego, que tua mãe não dorme.
Dorme. Os que de há muito te esperavam
Cansados já se foram para longe.
Perto de ti está tua mãezinha
Teu irmão, que o estudo adormeceu
Tuas irmãs pisando de levinho
Para não despertar o sono teu.
Dorme, meu filho, dorme no meu peito
Sonha a felicidade. Velo eu.

Minha mãe, minha mãe, eu tenho medo
Me apavora a renúncia. Dize que eu fique
Dize que eu parta, ó mãe, para a saudade.
Afugenta este espaço que me prende
Afugenta o infinito que me chama
Que eu estou com muito medo, minha mãe.



MORAES, Vinicius de. O Caminho para a Distância. São Paulo: Companhia das Letras, 2008.


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Sessão de Biblioterapia: "De mãe" de Conceição Evaristo

13 maio Ateliê da Biblioterapia 0 Comentários





De Mãe


Conceição Evaristo

O cuidado de minha poesia
aprendi foi de mãe,
mulher de pôr reparo nas coisas,
e de assuntar a vida.

A brandura de minha fala
na violência de meus ditos
ganhei de mãe,
mulher prenhe de dizeres,
fecundados na boca do mundo.

Foi de mãe todo o meu tesouro
veio dela todo o meu ganho
mulher sapiência, yabá,
do fogo tirava água
do pranto criava consolo.

Foi de mãe esse meio riso
dado para esconder
alegria inteira
e essa fé desconfiada,
pois, quando se anda descalço
cada dedo olha a estrada.

Foi mãe que me descegou
para os cantos milagreiros da vida
apontando-me o fogo disfarçado
em cinzas e a agulha do
tempo movendo no palheiro.

Foi mãe que me fez sentir
as flores amassadas
debaixo das pedras
os corpos vazios
rente às calçadas
e me ensinou,
insisto, foi ela
a fazer da palavra
artifício
arte e ofício
do meu canto
da minha fala.


EVARISTO, Conceição. Poemas da recordação e outros movimentos. Belo Horizonte: Nandyala, 2008.

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Sessão de Biblioterapia: "Para Sempre" de Carlos Drummond de Andrade

06 maio Ateliê da Biblioterapia 0 Comentários





Para Sempre


Carlos Drummond de Andrade

Por que Deus permite
que as mães vão-se embora?
Mãe não tem limite,
é tempo sem hora,
luz que não apaga
quando sopra o vento
e chuva desaba,
veludo escondido
na pele enrugada,
água pura, ar puro,
puro pensamento.
Morrer acontece
com o que é breve e passa
sem deixar vestígio.
Mãe, na sua graça,
é eternidade.
Por que Deus se lembra
— mistério profundo —
de tirá-la um dia?
Fosse eu Rei do Mundo,
baixava uma lei:
Mãe não morre nunca,
mãe ficará sempre
junto de seu filho
e ele, velho embora,
será pequenino
feito grão de milho.

ANDRADE, Carlos Drummond de. Lição de coisas. São Paulo: Companhia das Letras, 2012.


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Citações e curiosidades - Abr/2020

01 maio Ateliê da Biblioterapia 0 Comentários














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