Livros e memórias: "A ciranda das mulheres sábias"

25 março Ateliê da Biblioterapia 0 Comentários





No vídeo de hoje, apresento "A ciranda das mulheres sábias" de Clarissa Pinkola Estés.


Sinopse da Editora Rocco:


Em 'A ciranda das mulheres sábias', a psicanalista e poetisa Clarissa Pinkola Estés reverencia a maturidade feminina e faz uma comovente e profunda homenagem àquelas mulheres que souberam acumular sabedoria ao longo de suas existências. O livro tem uma linguagem metafórica, que se assemelha às antigas histórias contadas de mães para filhas, e chega às livrarias na última semana de maio. Clarissa Pinkola Estés parte de um doce convite à leitora para que se acomode ao seu lado e deguste com ela a bebida que foi reservada para 'uma situação especial', a fim de que possam conversar sobre 'assuntos que importam de verdade' a duas mulheres, com a garantia de que 'aqui sua alma está em segurança'. Seduzida por uma linguagem terna, emocionante e poderosa, a autora apresenta os encantos deste 'arquétipo misterioso e irresistível da mulher sábia, do qual a avó é uma representação simbólica' e que 'não chega de repente, perfeitamente formado e se amolda como uma capa sobre os ombros de uma mulher de determinada idade'. O aspecto mais sedutor do livro reside, justamente, na representação simbólica contida nas avós. Das matriarcas da mitologia às avós dos contos de fadas, passando por aquelas anônimas de suas vivências profissionais, a autora chega às avós de suas tradições familiares, descrevendo de forma magnífica a chegada à América das ancestrais que passaram a fazer parte de sua vida familiar, aquelas 'quatro velhas refugiadas que saltaram de enormes trens pretos para o nevoeiro noturno na plataforma onde nós as aguardávamos com grande expectativa'. Ao final, as nove preces de gratidão - por todas as idosas do mundo, pelas mulheres mais velhas matreiras, pelas avós nas cozinhas, pelas tias perspicazes, pelas filhas que estão aprendendo, por todas as filhas e velhas - representam um perfeito arremate ao prazer da leitura destas páginas plenas de luz, melodia, emoção e encantamento.


Referência:


ESTÉS, Clarissa Pinkola. A ciranda das mulheres sábias: ser jovem enquanto velha, velha enquanto jovem. Rio de Janeiro: Rocco, 2007.


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Ana Cláudia Leite

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Livros para compreender as mulheres!

25 março Ateliê da Biblioterapia 0 Comentários



No dia 08 de março, comemoramos o Dia Internacional da Mulher e, pela importância dessa data, trago três dicas de livros para entender a força feminina.



"Eu sou Malala: como uma garota defendeu o direito à educação e mudou o mundo", de Malala Yousafzai


Sinopse da editora Seguinte:

"Autobiografia da mais jovem ganhadora do prêmio Nobel da Paz, escrita especialmente para o público juvenil. Uma jovem comum, Malala Yousafzai gostava acompanhar seus programas de TV preferidos, vivia brigando com os irmãos e adorava ir à escola. Mas em pouco tempo tudo mudaria. Ela tinha apenas dez anos quando o Talibã tomou conta do vale do Swat, onde ela vivia com os pais e os irmãos. A partir desse dia, a música virou crime; as mulheres estavam proibidas de frequentar o mercado; as meninas não deveriam ir à escola. Criada em uma região pacífica do Paquistão totalmente transformada pelo terrorismo, Malala foi ensinada a defender aquilo em que acreditava. Assim, ela lutou com todas as forças por seu direito à educação. E, em 9 de outubro de 2012, quase perdeu a vida por isso: foi atingida por um tiro na cabeça quando voltava de ônibus da escola. Poucos acreditaram que ela sobreviveria. Hoje, Malala é um grande exemplo, no mundo todo, do poder do protesto pacífico, e é a pessoa mais jovem e a receber o Prêmio Nobel da Paz. Nesta autobiografia, em que ela conta sua história inspiradora para outros jovens como ela, Malala mostra que todos podem mudar o mundo."

Referência:

YOUSAFZAI, Malala. Eu sou Malala: como uma garota defendeu o direito à educação e mudou o mundo. São Paulo: Seguinte, 2015.



"Mulheres que correm com os lobos", de Clarissa Pinkola Estés



Sinopse da editora Rocco:

"Os lobos foram pintados com um pincel negro nos contos de fada e até hoje assustam meninas indefesas. Mas nem sempre eles foram vistos como criaturas terríveis e violentas. Na Grécia antiga e em Roma, o animal era o consorte de Artemis, a caçadora, e carinhosamente amamentava os heróis. A analista junguiana Clarissa Pinkola Estés acredita que na nossa sociedade as mulheres vêm sendo tratadas de uma forma semelhante. Ao investigar o esmagamento da natureza instintiva feminina, Clarissa descobriu a chave da sensação de impotência da mulher moderna. Seu livro, Mulheres que correm com os lobos, ficou durante um ano na lista de mais vendidos nos Estados Unidos. Abordando 19 mitos, lendas e contos de fada, como a história do patinho feio e do Barba-Azul, Estés mostra como a natureza instintiva da mulher foi sendo domesticada ao longo dos tempos, num processo que punia todas aquelas que se rebelavam. Segundo a analista, a exemplo das florestas virgens e dos animais silvestres, os instintos foram devastados e os ciclos naturais femininos transformados à força em ritmos artificiais para agradar aos outros. Mas sua energia vital, segundo ela, pode ser restaurada por escavações psíquico-arqueológicas' nas ruínas do mundo subterrâneo. Até o ponto em que, emergindo das grossas camadas de condicionamento cultural, apareça a corajosa loba que vive em cada mulher." 

Referência:

ESTÉS, Clarissa Pinkola. Mulheres que correm com os lobos. Rio de Janeiro: Rocco, 2018.



"O segundo sexo", de Simone de Beauvoir


Sinopse da editora Nova Fronteira:

"Em 1949, Simone de Beauvoir publicava na revista Les Temps modernes alguns capítulos de seu próximo livro, O segundo sexo. Pioneiro, o texto causou grande comoção por seu feminismo audacioso e consagrou a autora no panteão da filosofia mundial. Em homenagem aos setenta anos desta obra revolucionária, a Editora Nova Fronteira preparou esta edição especial, que conta com a colaboração de grandes pensadoras brasileiras. A antropóloga Mirian Goldenberg, a historiadora Mary Del Priore e a filósofa Djamila Ribeiro abordam, em textos inéditos, a importância da obra ao longo das décadas. O livreto extra traz também o impactante ensaio “Quem tem medo de Simone de Beauvoir?”, da filósofa Marcia Tiburi, e uma entrevista com Sylvie Le Bon de Beauvoir, herdeira e editora da escritora francesa, publicada pela Cult. O material conta ainda com fotos que perpassam a vida de Simone de Beauvoir, uma das mentes mais brilhantes do século XX."

Referência:

BEAUVOIR, Simone. O segundo sexo. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2019.




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10 motivos para ler poesia!

18 março Ateliê da Biblioterapia 0 Comentários






No vídeo de hoje, mostro 10 motivos imperdíveis para você ler poesia!!! Confira o vídeo em nosso canal do Youtube!!!

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O que faz um bibliotecário?

11 março Ateliê da Biblioterapia 0 Comentários




Dia 12 de março é o dia do bibliotecário... mas você sabe o que faz um bibliotecário? Então, confira o vídeo!!!

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Sessão de Biblioterapia: "Com licença poética" de Adélia Prado

04 março Ateliê da Biblioterapia 0 Comentários





Com licença poética


Adélia Prado


Quando nasci um anjo esbelto,
desses que tocam trombeta, anunciou:
vai carregar bandeira.
Cargo muito pesado pra mulher,
esta espécie ainda envergonhada.
Aceito os subterfúgios que me cabem,
sem precisar mentir.
Não sou tão feia que não possa casar,
acho o Rio de Janeiro uma beleza e,
ora sim, ora não, creio em parto sem dor.
Mas o que sinto escrevo. Cumpro a sina.
Inauguro linhagens, fundo reinos
- dor não é amargura.
Minha tristeza não tem pedigree,
já a minha vontade de alegria,
sua raiz vai ao meu mil avô.
Vai ser coxo na vida é maldição pra homem.
Mulher é desdobrável. Eu sou.



MORICONI, Ítalo (org.). Os cem melhores poemas do século. Rio de Janeiro: Objetiva, 2001.






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Citações e curiosidades - Fev/2020

02 março Ateliê da Biblioterapia 0 Comentários













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